As obras de infraestrutura no campus da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), em Tangará da Serra, começam a mudar rotina de quem circula pela instuição após anos de espera e planejamento. Intervenções como asfaltamento, drenagem e reorganização do tráfego substituem um cenário antes marcado por dificuldades de acesso, especialmente em períodos de chuva.
Até pouco tempo, a circulação interna era prejudicada por lama, buracos e acúmulo de poeira, comprometendo o deslocamento de estudantes, servidores e veículos. Em 2026, a realidade já é diferente. As vias estão pavimentadas e o deslocamento se tornou mais organizado, embora alguns trechos ainda estejam passando por ajustes e recebam sinalização temporária.

Foto: Daniely Mobilia
Planejamento antigo, resultados recentes
As melhorias são resultado de articulações iniciadas em 2021, quando representantes da administração municipal e da universidade definiram ações voltadas à infraestrutura e à expansão do campus. Naquele momento, foram anunciadas intervenções como a pavimentação de vias de acesso utilizadas por ônibus universitários conforme divulgado pelo diário da serra e a readequação de estradas no entorno. Anos depois, as ações deixam o planejamento e já transformam a estrutura da instituição.
Paralelamente, foi iniciada a construção de uma parceria entre o Município e o Governo do Estado para a ampliação da área da universidade, indicando um planejamento que vai além das demandas imediatas de mobilidade e projeta o crescimento do campus.
Mudança percebida no cotidiano
A acadêmica do 6° semestre de Biologia, Adriane Leite Campos, 22 anos, observa que a transformação no campus já é visível no dia a dia. Mesmo com intervenções ainda em fase de execução, ela avalia que o deslocamento se tornou mais seguro e menos dependente das condições climáticas, realidade que contrasta com as dificulddaes enfrentadas anteriormente. A percepção entre os estudantes é de que, embora as obras tenham gerado transtornos temporários, os resultados começam a refletir diretamente na qualidade do ambiente acadêmico. “Em épocas de chuva ficava difícil o acesso ao campus, pois com as obras a lama tomava conta, sujava os pés e era um transtorno. Hoje, nem se compara, está melhor”. relata.
As mudanças já se encontram visíveis na estrutura do campus, as melhorias contribui para a segurança, organização e continuidade das atividades acadêmicas. Inseridas em um conjunto mais amplo de ações estruturais, as obras não apenas reconfiguram o espaço físico, mas também mostram o fortalecimento da universidade na região, ao materializar demandas discutidas há anos entre poder público e comunidade acadêmica.

Foto: Bianca Soares



