O Pontão de Cultura Flor do Mato, de Tangará da Serra, participou do Encontro Estadual do Programa Juventude Solidária, realizado em Cuiabá, com representantes de projetos selecionados em Mato Grosso. A atividade teve como objetivo integrar as iniciativas e orientar as entidades sobre a execução dos projetos, formação e próximos passos do programa.
Realizado no Auditório Vangil Pinto da Silva, no Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o encontro contou com uma programação voltada à governança dos projetos, orientações sobre cronograma e formação, além de uma atividade de integração sobre territórios e os oito eixos do programa.
Tangará sendo Representada

A participação do Flor do Mato teve como objetivo representar o projeto “Horta na Parede: Cultivando Sustentabilidade no Ponto de Cultura”, desenvolvido pela entidade em articulação com a Secretaria Nacional de Juventude. Mary Costa, coordenadora pedagógica do Pontão e responsável pelo projeto aprovado, afirma que a intenção é ampliar os resultados da iniciativa para além da própria instituição. “Queremos fazer com que essa oportunidade não fique restrita à instituição, mas chegue de fato à comunidade”, afirmou.
Segundo Mary, coordenadora pedagógica do Pontão de Cultura Flor do Mato e coordenadora do projeto, a participação possibilitou o contato com outras iniciativas de Mato Grosso e a troca de experiências sobre diferentes formas de mobilização da juventude.
Para a representante, as experiências compartilhadas durante o encontro podem contribuir para o desenvolvimento das ações realizadas pelo Pontão em Tangará da Serra, além de ampliar possibilidades de parcerias e novas metodologias de trabalho.
Articulação para os territórios

A coordenadora nacional do Juventude Solidária, Milena Galvão, destacou que os encontros estaduais também funcionam como uma porta de entrada para o início da execução dos projetos e para o fortalecimento das relações entre as iniciativas nos territórios.
Para ela, a atuação do programa busca alcançar jovens que nem sempre estão inseridos em organizações tradicionais. “A juventude hoje precisa conhecer, ela precisa estar organizada, mas não necessariamente só em movimentos estudantis ou em organizações tradicionais”, afirmou Milena.




